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Ilidio Duarte de Carvalho |
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«Quem nasce, morre!», frase da mais tradicional filosofia, que estoicamente deveria ser compreendida e abraçada, mas que, por fórma alguma, serve de lenitivo na Dôr cruciantissima dos que amam profundamente o ente que passa, que desaparece, que vai para a terra algida, para a decomposição, para o Nada!
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Ser politico no momento atual é coisa que não se coaduna com o nosso espirito irrequieto em que se albergam sãos principios. Batalhamos energicamente por um ideal que supuzemos sempre como inexpugnavel baluarte desta Republica de catorze anos.
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Continua a sentir-se nesta localidade os efeitos da terrivel crise que está pairando em Portugal. Mais uma fábrica, a da Companhia Industrial Portuguêsa, denominada a Nova, se encerrou, deixando sem trabalho dezenas de pessoas.
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Continua a paralisação de alguma das mais importantes fabricas desta vila, vendo-se por isso a braços com enormes dificuldades o operariado.
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Num significativo de grande satisfação, o Povo viu a descida cambial da libra, na suposição de que a vida normal se lhe seguiria, voltando aos tempos em que os generos de primeira necessidade custavam uma insignificancia, mas esquecendo-se em absoluto de que os vencimentos desse tempo tambem estavam relativos com esse preçario.
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