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Curiosidades Bandeira Municipal Foi desenhada pelo marinhense João de Magalhães Júnior, logo após a restauração do concelho. Hino do concelho Criado em 7 de Abril de 1932 pelo maestro António Augusto Lopes, foi tocado pela primeira vez em público aquando das comemorações do 15º aniversário da restauração do concelho.
Orçamento camarário Por curiosidade, e para se avaliar a evolução do concelho da Marinha Grande nos últimos 70 anos, sabe-se que em 1917 (ano da restauração do concelho) o orçamento camarário foi de 8 616 réis e que em 1987 atingiu a enorme verba de 1 072 565 contos.
Visitas régias Aos 17 de Outubro de 1786 toda a família real veio visitar a Marinha: a D. Maria I, segundo relata o padre Manuel da Costa Barros no livro do registo paroquial, jantou com Guilherme Stephens, que fez toda a despesa com muita generosidade. De tal maneira que as sobras foram distribuídas pelos pobres, que durante uma semana tiveram pão e carne em abundância. Comemorações do fim da Guerra 1939-1945 No dia 7 de Maio de 1945 a Marinha Grande comemorou o final da guerra de forma invulgar. Descanso semanal Em 3 de Agosto de 1907 o governo de João Franco publicou um decreto que dizia:"0 dia destinado ao descanso semanal é o domingo". No entanto, esse decreto, no parágrafo 3', deixava uma porta aberta para que os municípios pudessem escolher outro dia. Teares Em 1849 existiam na Marinha Grande 16 teares de linho. Maiores proprietários Dos 40 maiores proprietários do concelho de Leiria em 1852, três eram da Marinha Grande: Francisco Taibner de Morais, Félix Baptista Vieira e José Domingues, da Garcia. Apanha da azeitona Já em 1855 saíam da Marinha Grande, para apanhar azeitona, 88 pessoas, e da Vieira 8 (indicação colhida em Leiria no século XIX, de Joaquim de Oliveira da Silva Bernardes). Sociedade Vinícola Marinhense, Lda. Fundada em 16 de Abril de 1934, na Marinha Grande, por Mariano Pereira Henriques e Raul dos Santos Tovim, com o objectivo de exercer o negócio da compra e venda de vinhos e seus derivados. Curiosidades do Pinhal A vida média de um pinheiro é de 80 anos. O lugar mais alto do Pinhal é o Alto dos Picotos, ou Picotes, cerca de 114 metros acima do nível do mar. Embora hoje em dia poucas espécies cinegéticas existam no Pinhal (somente alguns coelhos, lebres, rolas e perdizes), a sua fauna foi, em tempos, riquíssima. Chegaram a existir veados, lançados perto da Ponte Nova em 1855 e que fizeram muito boa reprodução, mas foram destruídos pelos humanos. 0 último javali foi morto, segundo consta, em 1848. Houve também lobos, ginetas, texugos, doninhas, perdizes (ainda há poucos anos se tentou o repovoamento do Casal da Lebre com essas aves). Também em 1936 se tentou reprovar o Pinhal com pavões, faisões, pintadas, pombos bravos, etc. Do resultado dessas experiências nada sabemos. Foi Foi no Pinhal que, durante as Invasões Francesas, os povos residentes nas proximidades esconderam ou enterraram os seus valores, principalmente moedas, objectos de ouro, prata, etc.. Diz-se ainda hoje que chegaram a ser transportados para o Pinhal, pelos ourives, burros carregados com ouro, que aí teria sido enterrado. Muitos desses valores teriam sido mais tarde retirados, mas outros permaneceram, ou porque os seus donos morressem ou porque lhes perdessem o poiso. condensado de: Cidade de Marinha Grande - Subsídios para a sua História |
