| Monumentos |
O monumento faz relembrar o sofrimento, a fome e a miséria em que o povo trabalhador e ordeiro teria passado para que em nome do trabalhador e na defesa social dos trabalhadores, tivesse participado nessa revolução. Constituída por dois blocos, um pedestal talhado com um operário vidreiro armado com a legenda "Homenagem ao Movimento Operário de 18 de Janeiro", o outro que tem esculpido operários a trabalhar o vidro. Trabalho feito por Joaquim Correia e inaugurado a 18 de Janeiro de 1989.
A Estátua Orfeu foi oferecida à Câmara Municipal por Joaquim Correia para o Jardim Municipal. Orfeu representa a figura antológica grega que cantou o seu amor que tinha por sua mulher Eurídicia. Situado no Largo 5 de Outubro em frente do Museu Joaquim Correia. .
É uma casa possuidora de muitas características da Marinha Grande, é um dos últimos exemplares, recentemente reconstruída, recolhe o ambiente e os objectos que se encontram em qualquer habitação de vidreiros dos primeiras décadas do século. Localizada no Largo 5 de Outubro.
Monumento a Guilherme Stephens, situado frente à Fábrica que ele fundou em 1769, executado pelo escultor Leiriense Luís Fernandes, inaugurado em 24 de Agosto de 1941. Este, é constituído por um busto de Stephens em bronze que é suportado por um pedestal com uma dedicatória numa das faces, "A Guilherme Stephens - o Pessoal da Nacional Fábrica de Vidro 1941". Projecto construindo por iniciativa do director, Doutor Acácio de Calazans Duarte, e totalmente pago por todas os empregados e operários. No Inauguração estiverem presentes as autoridades, o pessoal da fábrica, delegação das operários vidreiros de todas as fábricas, o monumento foi entregue aos cuidados da Câmara Municipal da Marinha Grande para sua conservação e preservação. Está Localizada em frente da Câmara Municipal, na Praça Guilherme Stephens.
De autor desconhecido o cruzeiro é um monumento em mármore com a Cruz de Cristo as cinco quinas e o escudo da Marinha Grande, em 1 de Setembro de 1940 foi erguido, este monumento que é uma cópia quase exacta dos padrões usados nos Descobrimentos.
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A Fábrica hoje conhecida por "Angolana" foi criada em 1920 como "Sociedade Vidreira Lusitana". Encerrou em 1952, reabrindo dois anos mais tarde com a designação que tem agora. A partir de 1957, funcionou apenas como armazém. Serviu, mais recentemente, como reserva e oficina de restauro de peças destinadas ao Museu do Vidro. A Associação Portuguesa de Arqueologia Industrial fez escavações no local, tendo sido postas a descoberto importantes estruturas industriais da primeira metade do século. |








