Personalidades
- Acácio António de Almeida Amaral
- Ernestino Gomes
- António Rodrigues
- António Fernandes da Silva (Roberto)
- José Ferreira Gomes
- Álvaro André
- José André (Sobrinho)
- José da Silva Roque
- António Agostinho de Sousa
- António Costa
- Paula Lemos
- Ilídio de Oliveira Guerra
- José Roque
- Joaquim Morgado Matos
- António Gomes do Céu
| Augusto Dinis de Sousa |
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Nasceu na Marinha Grande, em 8 de Dezembro de 1905, e faleceu em Lisboa, a 10 de Julho de 1975. Era filho de Augusto Ribas Neves de Sousa e de Maria Da Conceição da Natividade Dinis Neves de Sousa. Muito novo ainda, pois tinha somente 13 anos, compôs um inspirado soneto, "Crepúsculo triste", mostrando grandes qualidades poéticas. Pertencente a uma família de poetas e artistas - como Ilídio Duarte de Carvalho e José Duarte de Carvalho, seus primos, e Júlia da Natividade Dinis, sua tia, além de outros, que foram poetas de grande inspiração - não seria difícil augurar-lhe um futuro auspicioso. Cursou o liceu de Leiria e completou os seus estudos em Lisboa, onde se diplomou em Contabilidade e Tecnologia. Sempre ávido de saber, estudou ainda linguística e filosofia. Foi um estrénuo defensor da pureza do idioma português, tendo sido sócio fundador da Sociedade de Língua Portuguesa. Foi professor de Letras e grande conhecedor de sintaxe, estilística e composição poética. Cultivou o soneto clássico, merecendo a intelectuais como Augusto Moreno, Cardoso Júnior, Júlio Dantas e Aquilino Ribeiro opiniões como "admirável poeta", "rara perfeição e grandeza de linguagem", "perfeita correcção e dignidade", "grande escritor de rara mestria". Publicou um único livro, «Alma em farrapos», mas deixou dactilografados vários outros, de poemas e sonetos. Publicou ainda, em opúsculos e pagelas, várias produções, salientando-se o «Cântico de Fátima» (depois musicado), que mereceu bênção papal. Colaborou em vários jornais e revistas, como Diário de Lisboa, Diário Popular, Flama, etc.. Dinis de Sousa amava apaixonadamente os animais, o que o levou a dedicar ao seu cão Jau um poema. in "Cidade da Marinha Grande - Subsídios para a sua História - João Rosa Azambuja"
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