UNESCO pede mais 18 milhões de professores
A fim de atingir a meta da educação primária universal

A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) advertiu que são necessários mais 18 milhões de professores para se atingir o objectivo da educação primária universal até 2015.    
De acordo com a organização, os baixos salários, as salas de aula superlotadas e a formação inadequada são alguns problemas que afectam os professores.
Em comunicado, a UNESCO explica que «a escassez de professores qualificados continua a ser um problema crucial», calculando que «são necessários mais 18 milhões de professores para se atingir a meta de universalização do ensino primário até 2015».
Conforme noticia a agência Lusa, a organização da ONU adianta que «a escassez é particularmente grave em África, onde são precisos mais 3,8 milhões de docentes para atingir esse objectivo».
Segundo a UNESCO, a falta de docentes em países como o Ruanda e Moçambique significa que as turmas atingem cerca de 60 alunos, sendo, no entanto, reconhecido que a qualidade da educação decresce em salas de aula com mais de 40 estudantes.
Publicador    Fabrica de Conteúdos
Data     30 Set 2008